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PM e Conselho Tutelar comparecem em escola após jovem de 16 anos manter relações com menina de 11

PM e Conselho Tutelar comparecem em escola após jovem de 16 anos manter relações com menina de 11

Um conselheiro tutelar compareceu à escola e conversou com os envolvidos tomando conhecimento da situação para as providências cabíveis por parte daquele órgão

O boletim de ocorrência, o conhecimento dos fatos só foi possível devido a professora de inglês ter procurado a pedagoga para relatar a ausência da aluna. 

Ao averiguar com os colegas da sala da menina, a equipe escolar foi informada que ela não estava indo a escola porque estava indo para a casa do namorado.

Questionada, a aluna teria dito que estava com muita dor de cabeça e garganta. Porém, ao solicitar o atestado médico, a menina começou a chorar e relatar que estava na casa da sogra.

A  menina confirmou a versão do jovem e relatou aos militares que sua mãe foi para a cidade de Conquista para trabalhar e que está naquela cidade desde sábado (18). Ela alega que já havia pedido à mãe autorização para morar na casa do namorado, sendo consentido por ela.

A jovem afirmou à polícia que gosta do namorado e que ele nunca lhe obrigou a fazer nada contra sua vontade.  A mãe do jovem relatou que tem conhecimento do relacionamento do filho e que, ao conhecer a menina, esta teria lhe dito que teria 13 anos de idade.

A mulher contou ainda que foi mãe da menina quem teria lhe pedido para a filha morar em sua casa, pois estava na cidade de Conquista e a filha estaria ficando com o padrasto e uma outra filha de 14 anos e um filho de quatro anos, e que ela também sabia do relacionamento dos dois. A mulher alega que, quanto ao envolvimento sexual, achou normal, uma vez que os dois estão morando juntos como um casal e não sabia que isso seria um crime. 

A jovem foi encaminhada para o Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (HC-UFTM) acompanhada de sua tia para os procedimentos médicos de praxe. No entanto, a menor estava sem previsão devido a uma intervenção médica de urgência, até o fechamento do boletim de ocorrência, a jovem não havia sido atendida.  Um conselheiro tutelar compareceu à escola e conversou com os envolvidos tomando conhecimento da situação para as providências cabíveis por parte daquele órgão. 

Fonte: PM e Conselho Tutelar

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