Fefe Schneider, uma das protagonistas do filme ‘Mamonas Assassinas – O Impossível Não Existe’, contou que vivenciou experiências sobrenaturais nos bastidores das gravações. A atriz está escalada para viver Adriana, uma das namoradas de Dinho (1971-1996), vocalista da banda que teve uma morte trágica em um acidente aéreo.
Fefe revelou que sentiu a presença do espírito dos integrantes da banda durante as filmagens. “Foi muito louco, tiveram vários casos bizarros e coisas estranhas que aconteceram no set”, adianta ela. “Graças a Deus, eu não vi nenhum espírito, nem nada do tipo, porque eu gosto de falar sobre essas coisas, mas quando elas aparecem para mim -e, de fato, isso acontece com certa frequência- eu odeio, odeio”, desabafou a atriz em entrevista para o portal Notícias da TV.
Mas mesmo sem ver os fantasmas, a atriz viveu momentos de dar calafrios durante as gravações do filme ‘Mamonas Assassinas’. “Aconteciam várias coisas. Por exemplo, a luz ficava piscando em cima da Brasília amarela enquanto a luz do local inteiro tinha acabado. Teve uma hora que os meninos estavam tocando e começou a chover do nada, a luz acabou, e só voltou quando a música acabou”, relembra ela.
“Teve outra vez que a luz acabou, e continuou apenas a energia da bateria, da guitarra e do microfone, enquanto nada estava funcionando. Ali, nós pensamos: ‘Eles já entenderam que a gente está fazendo um filme sobre eles, então tomara que eles estejam gostando”, revelou Fefe Schneider.
Mamonas Assassinas – A Tragédia
O acidente com a banda Mamonas Assassinas parou o Brasil. Neste ano, a tragédia completa 27 anos. Por se tratar de uma fatalidade que abalou o país, cada detalhe do filme foi pensado com o aval dos familiares da banda. “O primo do Dinho estava lá, a mãe, o pai, todo mundo estava bem presente, então isso fez muita diferença para criar e fazer o filme em si”, adianta a atriz.
“Quando a gente fala de tragédia, tem sempre que ser muito delicado e cuidadoso. Eu acho que, se não tivesse o apoio da família, seria muito diferente, porque [ficaríamos questionando] qual é a linha tênue, onde podemos pode chegar, do que podemos falar, e como poderia ser feito. O roteiro foi escrito junto com a família, tudo foi aprovado por eles. Então, um medo que a gente tinha era de a família não gostar ou algo do tipo, mas é um projeto que veio muito deles”, afirma.
fonte: E.Off