Em vez dos 25 grupos do jogo do bicho, peças de roupa, tênis e relógios compõem o brechó aberto por Tamara Garcia. Herdeira da fortuna de seu pai, o contraventor Waldemir Paes Garcia, o Maninho, ela mantém na loja virtual “Bazar da Tamara” pouco mais de 300 seguidores. Entre os produtos, além de um relógio Garmin Fênix vendido a R$ 1.700, o que chama a atenção no mostruário é uma peça conhecida do público: a camisa usada pelo seu ex-marido, o contraventor Bernardo Bello, que está foragido, ao documentário “Vale o Escrito”, do Globoplay.
A peça, exposta na parte destinada às camisas sociais, é uma Ricardo Almeida, 100% algodão, cor-de-rosa, mesmo modelo usado por Bello na obra. Com tamanho 43, a peça de roupa é vendida a R$ 350. Foi vestido com essa mesma roupa que Bernardo Bello, um dos mais poderosos bicheiros da nova geração, acusou o rival Rogério Andrade, herdeiro de Castor de Andrade, de querer matá-lo.
Outra curiosidade na loja é o mesmo modus operandi adotado por Tamara quando aceitou ser entrevistada para o documentário “Vale o Escrito”: ela não mostra o rosto, com todas as fotos vestindo as peças vendidas do pescoço para baixo. Após o lançamento da obra, essa condição fez sucesso nas redes sociais, pelo fato de Tamara ter uma irmã gêmea, Shanna Garcia, que, por sua vez, falou sem esconder o rosto para as câmeras.