A recente aproximação de Rogério Marinho, Styvenson Valentim, Álvaro Dias e Paulinho Freire, somada a outros nomes de expressão na política potiguar, redesenha o cenário eleitoral no Rio Grande do Norte. A força desses líderes, cada um com bases sólidas e eleitorados bem definidos, tem potencial para superar os números apresentados pelas pesquisas divulgadas até aqui.
O senador STYVERSON VALENTIM já deixou que não irá entregar o estado aos bandidos. Ele disse que irá se candidatar ao governo a pedido de Rogério Marinho e também do ex-presidente Jair Bolsonaro. O senador irá se filiar ao União Brasil no final do ano e provavelmente assumirá a legenda em 2026.
Os levantamentos recentes, muitas vezes com resultados contraditórios, mais parecem um “samba de crioulo doido” diante da realidade de campo. A união desses grupos amplia não apenas a capilaridade política, mas também a capacidade de articulação em regiões estratégicas do estado.
O senador Rogério Marinho é um nome cotado para política nacional. Ele poderá assumir a presidência do PL ou até mesmo ser o vice de Tarcísio. Ah, lembrando que o baiano ACMNeto é fechadíssimo para ser o vice- presidente numa chapa com Tarcísio.
Outro dado relevante é o contingente expressivo de indecisos apontado nas sondagens. Esse percentual em aberto reforça que nenhuma leitura isolada de pesquisa consegue capturar, neste momento, o real peso da articulação dessas lideranças unidas. Quando somados, os votos e a influência de Rogério, Styvenson, Álvaro e Paulinho se projetam acima de qualquer resultado parcial divulgado até agora.
A chapa está pronta: Styvenson para governo, Álvaro para senado com apoio de Paulinho Freire. O nome de Alysson ficaria para vice Governador. Ah, uma fonte cabeluda nos contou que Alysson foi convidado por Fátima Bezerra para uma possível aliança.
