Jean Paul Prates oficializa desfiliação do PT: ‘Meu espaço dentro do partido estava reduzido’
Jean Paul Prates oficializou, nesta segunda-feira 24, sua desfiliação do PT após alegar redução de espaço político na sigla e críticas à falta de debate interno sobre as definições para 2026
O ex-senador afirma que sua saída foi motivada por uma redução progressiva de espaço político dentro do PT. “Minha saída da Petrobras, marcada por ruídos internos e desinformação plantada, e a forma como se desenvolveram recentemente as conversas sobre os planos políticos do PT no Rio Grande do Norte para 2026, reforçaram a percepção de que meu espaço de contribuição dentro do partido se encontrava reduzido, ainda que eu mantenha total respeito às decisões e reconheça que os diálogos políticos estão sempre em evolução”, escreveu Jean.
Ainda assim, ele afirma não carregar ressentimentos. “Não levo mágoas, levo gratidão e consciência tranquila”, registra. Ele dedica agradecimentos pessoais a lideranças e amigos que marcaram sua passagem pelo partido, como Fernando Haddad, Aloizio Mercadante, Henrique Fontana, José Dirceu e o próprio presidente Edinho Silva. No âmbito local, ele cita aliados com os quais diz ter caminhado “de forma generosa, leal e construtiva”: a deputada federal Natália Bonavides, o ex-presidente estadual do PT Júnior Souto e a vereadora Marleide Cunha, de Mossoró. Ele também cita “os companheiros de trabalho no Senado” Paulo Henrique Macedo, Adriano Gadelha e Jackson Santos.
Jean Paul também prestou homenagem à militância petista, sobretudo a que atua em regiões mais vulneráveis do País. “Essa militância é o que o PT tem de mais autêntico e valioso, e por ela minha admiração permanece intacta”, afirma.
Ao final, ele anuncia que continuará no campo progressista. Disse que pretende integrar “uma legenda com tradição equivalente de luta por justiça social, dignidade e soberania nacional” e que pretende contribuir para a construção de “uma esquerda moderna, transparente, popular e capaz de dialogar com as novas gerações e com os desafios contemporâneos”.
Ao final, ele anuncia que continuará no campo progressista. Disse que pretende integrar “uma legenda com tradição equivalente de luta por justiça social, dignidade e soberania nacional” e que pretende contribuir para a construção de “uma esquerda moderna, transparente, popular e capaz de dialogar com as novas gerações e com os desafios contemporâneos”
