De longe, a imagem que se tem do prefeito Allyson Bezerra (União Brasil) é de uma pessoa de ego elevado e o “eu” muito forte, absoluto.
De perto, quem convive com ele, atesta uma personalidade dominante, autocentrada e um conceito inflado de sua própria importância.
E quem já partilhou com Allyson o ambiente e/ou parceria política, afirma que o prefeito tem característica de arrogante, com crença de superioridade e falta de humildade, além de manifestar prepotência, autoritarismo e vaidade.
Talvez, e provavelmente, essas características tenham aflorado essa semana, quando Allyson desprezou o apoio do maior eleitor de Natal, o prefeito Paulinho Freire (União Brasil).
Líder nas pesquisas de intenção de votos, o prefeito de Mossoró disse que não precisa de Paulinho para se eleger governador do Rio Grande do Norte. Em outras palavras, não preciso dos votos dos eleitores do prefeito natalense.
Erro grave. Candidato não despreza voto.
Ademais, a arrogância e o autoritarismo são características indesejáveis e prejudiciais no exercício da atividade política.
A prepotência denota superioridade, falta de humildade e a desconsideração da importância alheia, o que bate de frente com a própria essência da política, que envolve diálogo, busca por consensos e representação dos interesses coletivos.
Pois bem.
No dito popular, Allyson chutou Paulinho. E Paulinho, certamente, carregará essa mágoa para uma resposta no tempo devido. Ou perdoará, se tiver um coração puro.
O tempo, próximo, dirá.
defato.com

