Nome de Flávio Rocha surge como opção forte, mas cenário cria impasse com Styvenson Valentim e Rogério Marinho

Sentindo que o “caldo começa a engrossar”, o candidato ao governo Álvaro Dias deverá abrir, nos próximos dias, uma conversa direta com o senador Rogério Marinho para discutir a composição da chapa majoritária.

Nos bastidores, a avaliação é de que o nome do Coronel Hélio para o Senado não tem correspondido às expectativas e é considerado “pesado” dentro da estratégia eleitoral. Diante disso, Álvaro busca um nome com maior capacidade de impulsionar sua candidatura.

E esse nome já circula com força: o empresário Flávio Rocha. Com forte potencial econômico e poder de articulação, Flávio é visto como alguém capaz de atrair prefeitos, vereadores, deputados estaduais e federais para o projeto político, além de dar musculatura à chapa.

O problema é que a situação não é simples. O senador Styvenson Valentim, que já figura como candidato ao Senado na chapa, enxerga com preocupação a possível entrada de Flávio Rocha na disputa. Nos bastidores, o temor é de que um nome com grande capacidade financeira e visibilidade possa ameaçar diretamente sua própria candidatura.

Enquanto isso, Rogério Marinho mantém posição firme e já declarou, mais de uma vez, que o nome para o Senado é Coronel Hélio, indicando resistência a qualquer mudança na composição.

Diante desse cenário, Álvaro Dias se vê em uma encruzilhada política: se insistir na mudança, pode enfrentar desgaste com aliados importantes; se recuar, pode manter uma chapa considerada frágil em termos eleitorais.

Resumo da situação: se correr, o bicho pega; se ficar, o bicho come.