Fluminense chega ao Rio após Mundial, e presidente traça 2024: 'Sem loucuras'

O Fluminense desembarcou, nesta sábado, no Rio de Janeiro, após ser goleado pelo Manchester City e ter ficado com o vice-campeonato do Mundial de Clubes da Fifa. O voo vindo de Jedá, na Arábia Saudita, pousou no Aeroporto do Galeão por volta de 13h50 e os jogadores saíram por uma porta lateral no saguão.

Nem todos os jogadores desembarcaram com a delegação tricolor. Como as férias começaram logo após o apito final da decisão, alguns ficaram pela Arábia Saudita e sequer voltaram para o Rio de Janeiro, outros já partiram direto para seus destinos. Jogadores como John Kennedy, Martinelli, Felipe Melo, Lelê, Thiago Santos, Keno, Lima e Nino, além do presidente Mário Bittencourt e dos membros da comissão foram alguns que passaram pelo setor de desembarque.

Um dos mais celebrados, o atacante John Kennedy, autor de um dos gols do Fluminense no Mundial de Clubes, não parou para falar com a imprensa, mas tirou fotos com os torcedores presentes no Galeão e distribuiu autógrafos. Mário Bittencourt, presidente do clube, falou rapidamente e comentou os planos para 2024.

— Para 2024 vamos continuar com os pés no chão, sem fazer loucuras. Temos o Campeonato Carioca, que vamos buscar o tricampeonato, que a gente não ganha há 40 anos. Temos a Recopa Sul-Americana, que é um título internacional que queremos ganhar. Temos Brasileiro e Copa do Brasil. Somos cabeça de chave da Libertadores. Queremos voltar ao Intercontinental em 2024. E temos o Mundial em 2025 — afirmou o presidente Mário Bittencourt.

Além disso, o presidente tricolor também falou sobre o desempenho deste ano. O Fluminense conquistou o bicampeonato carioca, sobre o Flamengo, foi eliminado nas oitavas de final da Copa do Brasil, terminou em sétimo no Campeonato Brasileiro, foi campeão da Copa Libertadores e ficou em segundo no Mundial de Clubes.

— Sentimento de dever cumprido da temporada. Queríamos ter vencido ontem, sabíamos que dava para vencer. Mas o mais importante que comentamos depois do jogo é que jogamos sendo Fluminense. Temos um DNA, uma cara de time, de clube. Muito importante a gente lembrar que, há quatro anos, estávamos numa posição muito diferente, uma que o Fluminense não merecia. Cheguei no clube em 2019 com quatro meses de salário atrasado, oito de imagem. Dívida que controlamos, mas ainda precisamos cuidar dela com carinho. Provamos para o Brasil, para a América do Sul e para o Mundo que dá para fazer futebol de alto nível com poucos recursos — continuou.

O Fluminense chegou à final do Mundial após ter vencido a Copa Libertadores, em novembro, e ter passado pelo Al Ahly, do Egito, na semifinal da competição da Fifa. Em segundo lugar, a equipe carioca receberá um montante de R$ 20 milhões da entidade máxima do futebol.